Arinto dos Açores
Temos acompanhado desde o início o fantástico trabalho de António Maçanita no Pico, em especial com as castas brancas (Verdelho, Terrantez e Arinto). Plantar e recuperar vinhas “está na moda” nos Açores, e não é só este produtor que está em grande azáfama.
De qualquer forma, foi um enorme prazer termos feito esta mini-prova vertical dos Arintos deste jovem e talentoso enólogo. Arinto dos Açores. Ou seja, uma casta que é diferente do Arinto do continente. Abrimos 3 garrafas: 2013, 2014, 2015.
Todos eles têm em comum um aroma sui generis, frutado, talvez maçã com algumas notas fumadas. Na boca estes vinhos têm nervo, um corpo marcado e uma acidez viva. Encorpados mas frescos. Final agradável e persistente.
O 2013 apresentava uma cor mais intensa, e um final de boca a denotar já discreta evolução. O 2014 está no ponto! Que grande branco!! Vivo, encorpado, fresco, com acidez crocante! O 2015 pareceu-nos um pouco menos encorpado e com um final mais seco e menos marcante… talvez ainda seja cedo para o beber…
Aconselhamos vivamente!
P.F. (DEZ 2016)
- 2013 – 17 Valores
- 2014 – 17,5 Valores
- 2015 – 17 Valores
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