Quinta da Pellada

As primeiras referências históricas que se conhecem sobre a Quinta da Pellada aparecem por volta de 1570, aqui existe ainda uma casa do séc. XVI construída de face para um pátio interior, como um solar fortificado.

Álvaro de Castro é Eng.º civil e herdou esta propriedade em 1980, dedicando-se exclusivamente a ela, restabeleceu a tradição familiar na produção de vinho, quebrada há duas gerações.

Levando a peito as suas referências de juventude e recordando os vinhos produzidos pelo Eng.º Vilhena do centro de estudos de Nelas. O seu primeiro vinho aparece então com a vindima de 1989.

Desde essa altura até hoje tem sido apoiado na enologia pelo Engº. Magalhães Coelho e mais recentemente pela sua filha Eng.ª Maria Castro e também pelo Eng.º Ataíde Semedo.

A Quinta de Saes tem origens muito remotas, as mais antigas referências datam de 1258. A presença da viticultura como actividade agrícola é, igualmente muito antiga: registos de 1527 atestam que Saes pagava de imposto ao Rei, anualmente, a considerável soma de 80 pipas de vinho.
O Outeiro está localizado numa encosta virada à Serra, uma vinha mais perto da adega do que a Quinta de Saes ou Pelada. Foi primeiramente alugada e depois adquirida à Casa da Passarela em 2002 para vir a originar o vinho PAPE (PA-Passarela e PE-Pellada).
As vinhas com idades entre os 3 e 65 anos, estão instaladas a uma altitude média de 550 m. A área total perfaz 60 ha, onde estão plantadas, em solo de base granítica com linhas de areia e argila, as castas típicas da região: Encruzado, Cercial, Touriga Nacional, Tinta Roriz, Jaen, Alfrocheiro, Baga e uma Vinha Velha com mais de 30 castas diferentes.